quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Volta às aulas: 10 dicas para economizar na compra do material escolar

Janeiro é mês de férias, mas também o momento em que muitos pais começam a lotar os estabelecimentos comerciais em busca dos itens das extensas listas de material escolar. 

Antecipar a compra de material escolar é um passo fundamental para evitar preços mais altos e longas filas nas papelarias, tão comuns no período de volta às aulas.

Mas antes de ir às compras, é importante que o consumidor fique atento às exigências feitas pelas escolas, pois não é raro haver abusos. Para fugir dos problemas, confira 10 dicas:

1) Reutilize
Antes de ir à papelaria, verifique se os itens utilizados no ano passado estão em bom estado e podem ser reutilizados. Estojo, régua, tesoura e dicionário, por exemplo, normalmente duram bastante.

2) Troque
Tem uma pilha de materiais antigos em casa e não sabe o que fazer? Que tal trocar com os amigos ou vizinhos? Assim, o consumidor pode ter um item novinho, sem gastar dinheiro.
Aqueles produtos que não podem mais ser reutilizados, nem doados, podem ser colocados para reciclagem em pontos de coleta seletiva. 

3) Pesquise
Alguns produtos da lista podem ser bem caros, por isso é importante comparar o preço de marcas e lojas diferentes antes de fechar a compra.
Os livros didáticos, por exemplo, costumam ser os itens que mais pesam no bolso. Comprá-los diretamente da editora ou adquiri-los de sebos podem ser opções para não gastar tanto.

4) Compre em grupo
Para economizar um pouco mais, a dica é reunir um grupo para ir às compras. O atacado é mais vantajoso e, na maioria da vezes, é mais fácil de conseguir descontos.

5) Evite personagens infantis
Se a ideia é não gastar muito, tente não comprar produtos que tenham característica de brinquedos ou a figura personagens infantis. Esses itens são mais caros e, além disso, podem distrair a atenção da criança na aula. 

6) Avalie a lista
Nem tudo pode ser pedido na lista de material. O colégio, por exemplo, não pode solicitar produtos de uso coletivo, como os de higiene, limpeza, copos e talheres descartáveis, grandes quantidades de papel, grampos, pastas classificadoras, entre outros exemplos.

7) Fuja de venda casada
A escola também não pode exigir marcas ou locais de compra específicos para o material, tampouco que os produtos sejam adquiridos no próprio estabelecimento de ensino, exceto para artigos que não são vendido no comércio, como apostilas pedagógicas próprias do colégio. Fora essa situação, a exigência de compra no estabelecimento de ensino configura venda casada e é expressamente proibida pelo artigo 39, I, do CDC (Código de Defesa do Consumidor).

8) Reaproveite
Outro abuso recorrente é impedir que o aluno reutilize materiais didáticos de outros estudantes. Essa recomendação só pode ser feita se o livro usado por um irmão mais velho, por exemplo, estiver desatualizada. Caso o conteúdo esteja adequado, não há problema algum em reaproveitar o material.

9) Fique atento às informações
Preste atenção à embalagem dos materiais: devem conter informações claras e precisas a respeito do fabricante, importador, composição do produto, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.

10) Exija nota fiscal
Na hora de pagar, lembre-se que o preço praticado no cartão de crédito deve ser igual ao cobrado à vista e exija nota fiscal detalhada, com discriminação do produto adquirido: sua marca e preço individual e total.

Fonte: IDEC

PESQUISA MATERIAL ESCOLAR – JANEIRO/19

O PROCON Barretos, realizou pesquisa comparativa de preços de material escolar, em cinco papelarias da cidade.
A pesquisa tem o objetivo de mostrar ao consumidor as diferenças de preços que podem ser encontradas entre os estabelecimentos e em marcas alternativas, portanto devem fazer pesquisas e negociar formas de pagamento. Para pagamento à vista, sempre é negociado um bom desconto.
O consumidor deve ficar atento aos preços de todos os produtos e verificar a diferença entre as marcas, por exemplo, encontramos uma variação de preço de 1567%, no produto apontador sem depósito, de R$ 0,18 a R$ 3,00.
Outra grande diferença de preços encontrada entre os estabelecimentos, o papel almaço com pauta, de R$ 0,13 a R$ 1,90, variação de 1362%.
Alguns itens que apresentaram aumento no menor preço em relação à pesquisa do ano de 2018:
- Bloco fichário com 4furos (colorido): Em 2018 no menor preço, o valor de R$ 6,90 e neste ano por R$ 7,30, aumento de 5,79%;
- Caderno brochura flex. 96fls.: Em 2018 no menor preço, o valor de R$ 2,95 e neste ano por R$ 5,15, aumento de 74,57%;
- Estojo sem divisor: Em 2018 no menor preço, o valor de R$ 3,90 e neste ano por R$ 5,50, variação de 41,02%.
Algumas dicas para economizar nas compras são comprar produtos de marcas alternativas e usar o material que sobrou do ano anterior.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

PESQUISA DE PREÇOS DE CARNES PARA CEIA DE NATAL – 2018

O Centro de Estudos e Pesquisas PROCON Barretos realizou pesquisa de Preços de Carnes para Ceia de Natal em cinco estabelecimentos comerciais da cidade, nos dias 17 a 18 de Dezembro de 2018.

O Pernil suíno desossado foi o produto que apresentou a maior variação entre os estabelecimentos, com 166% entre menor e maior preço (R$ 9,75 a R$ 25,98). Geralmente tal variação dá-se devido à marca do produto.

Em relação à pesquisa de 2017, a maioria dos produtos apresentou um aumento considerável nos preços.

Alguns itens que apresentaram aumento:

  • Bacalhau (Quilo): em 2017 tinha como preço médio o valor de R$30,73, esse ano apresentou preço médio de R$ 42,10, variação de 36,99%.
  • Peru inteiro congelado (Quilo): em 2017 tinha como preço médio o valor de R$13,12, esse ano apresentou preço médio de R$ 17,04, variação de 29,87%.
  • Tender (Quilo): em 2017 tinha como preço médio o valor de R$25,22, esse  ano apresentou preço médio de R$ 28,33, variação de 12,33%.

 Nessa pesquisa fizemos também uma média de preço de cada produto, com isso o consumidor pode ter uma base de quanto irá gastar em média nesse final de ano. Para economizar o consumidor deve pesquisar e evitar compras por impulso.