quinta-feira, 20 de abril de 2017

PESQUISA HORTIFRUTI – ABRIL/2017

O Centro de Estudos e Pesquisas do PROCON Barretos, realizou pesquisa de preços de produtos Hortifruti em 06 estabelecimentos comerciais, no período de 17/11e 18/04/17.

Em relação ao preço médio do mês anterior, verificamos que ocorreu uma queda de 2,75% nos preços.

Alguns produtos que apresentaram aumento:

Chuchu: Mês anterior R$ 1,49 e no mês de abril pode ser encontrado por R$ 0,99, variação de 50,50%;

Melão Amarelo: Mês anterior R$ 2,78 e no mês de abril pode ser encontrado por R$ 1,99, variação de 39,69%;

Portanto orientamos o consumidor a fazer uma pesquisa antes de sair às compras e procurar adquirir produtos de época, para conseguir economizar.

terça-feira, 11 de abril de 2017

2 em cada 10 inadimplentes ficaram no vermelho por emprestarem o nome, diz pesquisa

De cada 10 consumidores com o nome na lista de devedores, 2 entraram nessa situação por terem emprestado o nome para outras pessoas, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O estudo mostra ainda que, mesmo após os transtornos gerados, 24% voltaram a emprestar o nome para outras pessoas.
Entre os consumidores que emprestaram o nome para outras pessoas, 31% o fizeram para ajudar amigos, e outros 22% para irmãos. “É difícil dizer não a amigos ou parentes, mas é preciso lembrar que talvez essa pessoa esteja pedindo ajuda porque não pôde comprovar sua renda ou então porque não conseguiu pagar uma dívida anterior. Seja qual for o motivo, o risco de que não consiga honrar o compromisso sempre existe”, afirma José Vignoli, educador financeiro do SPC Brasil e do portal Meu Bolso Feliz.
Em apenas 3% dos casos, a dívida foi paga integralmente pelas pessoas ajudadas, dizem SPC Brasil e CNDL

O tamanho das dívidas

A pesquisa mostra ainda que boa parte das pessoas que emprestam seu nome para outro consumidor sequer sabe o valor do gasto que seria feito por terceiros.
Os que conheciam o valor que seria gasto antes de aceitar emprestar seus nomes foram 49% dos entrevistados. Além disso, em 18% dos casos, a pessoa ajudada gastou mais do que o combinado antes do empréstimo do nome. Outros 32% emprestaram o nome sem saber qual era o valor do gasto.

Quem paga essa conta?

Segundo o levantamento, em apenas 3% dos casos de empréstimo de nome a dívida foi liquidada integralmente pela pessoa ajudada. Já os casos em que a pessoa que emprestou o nome pagou a dívida sozinha são 41%.
Em 19% dos casos, a pessoa que ficou no vermelho ao ajudar outro consumidor diz que o devedor sumiu, e não tem como ser cobrado. Em outros 33% dos casos, a pessoa ajudada afirma que não tem dinheiro para quitar o débito.
Em 69% dos casos, a relação entre as pessoas ficou abalada após o transtorno.
O valor médio da dívida de inadimplentes por emprestarem o nome para outras pessoas é de R$ 1.215.

A decisão de emprestar

“Não se deve tomar uma decisão dessas sem antes considerar cuidadosamente a questão. Você tem o dinheiro para honrar a dívida, caso a pessoa que pediu seu nome não possa pagar? Do contrário, você é que ficará inadimplente, tendo de enfrentar a restrição ao crédito e todos os transtornos relacionados a essa situação", aconselha José Vignoli.
O SPC Brasil e a CNDL destacam que "o inadimplente não pode financiar veículo ou imóvel, fazer um empréstimo, adquirir cartão de crédito e contratar serviços como plano de TV por assinatura ou celular pós-pago".
"Não há garantias legais para quem empresta o nome. A dívida, perante a Justiça, pertence a quem emprestou e não a quem realizou a compra de produtos ou serviços", destacam as entidades.


Fonte: idec.org.br

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Pesquisa de Pescados – ABRIL/2017

Com a chegada da semana santa, a demanda por pescado aumenta. No entanto, alguns cuidados na hora de adquirir esses produtos devem ser observados. Os consumidores devem avaliar cuidadosamente a qualidade do pescado, bem como pesquisar os preços para levar um produto de qualidade para casa, sem sentir muito peso no bolso.

Pensando nisso o PROCON BARRETOS realizou pesquisa em seis estabelecimentos comerciais, verificando o preço de alguns pescados, peixe salgado e bacalhau.

Ao adquirir produtos congelados, deve ser verificado se há sinal de umidade no chão próximo do freezer. Caso isso seja percebido, pode ser sinal de que o freezer foi desligado ou teve sua temperatura reduzida durante a madrugada, podendo comprometer a sua qualidade.

Verificar também o selo do Serviço de Inspeção e ficar atento a data da validade.

Alguns itens que apresentaram variação no menor preço em relação ao ano de 2016:

- Salmão (1 kg): Em 2016 no valor de  R$ 29,90 e neste ano pode ser encontrado por R$ 39,90, aumento de 33,44%.

- Bacalhau do Porto (1 kg): Em 2016 no valor de R$ 46,00 e neste ano pode ser encontrado por R$ 49,90, aumento de 8,47%

O bacalhau em lascas não sofreu alteração de preço, permaneceu no valor de R$ 24,90 o kg.

As variações nos preços podem ser justificadas pelo fato de alguns dos estabelecimentos visitados estarem comercializando o produto com preço promocional e também alguns itens apresentam variação de peso na embalagem.

Portanto fica a dica para os consumidores, pesquisar antes de ir às compras!